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| Agencia de Propaganda |
| Publicis - Conglomerado francês de Comunicação avança no Brasil e promove Maior Fusão da Publicidade Nacional. |
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Champs-Elisées, 133, 6° andar (com direito a uma privilegiada vista para o Arco do Triunfo). É neste endereço localizado na avenida mais famosa de Paris, que o publicitário Paulo Salles passará de agora em diante, boa parte de seu tempo. Ele acaba de assumir um lugar no board do terceiro maior conglomerado de publicidade do mundo: o francês Publicis Groupe (PG), dono de receitas superiores a US$ 2,9 bilhões, 37 mil funcionários e dezenas de empresas espalhadas por 130 países. Salles será o chairman da agência Publicis Worldwide (ligada à holding francesa) para a América Latina. É ele quem vai comandar, entre outras operações, o maior processo de fusão do mercado brasileiro de publicidade: a união entre Publicis.Norton – um dos braços da WorldWide – e Salles D’arcy. O acordo, assinado na noite do último dia 12, fez surgir a Publicis Salles Norton, maior agência em compra de mídia do País, com movimentação de R$ 623 milhões. A nova agência nasce com receita estimada em mais de R$ 200 milhões, 450 funcionários e clientes do porte de Nestlé, GM, Carrefour, Embraer, Sadia e Siemens. “Pensei que ficaria desempregado coma fusão e agora me vejo no comando das operações latino-americanas”, brinca Salles. “É gratificante saber que saí da cadeira do comprado para a poltrona do comprador.”
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| Março 2003 - Dinheiro |
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| Agrobusiness |
| Uma pesquisa do Governo Americano indica que a safra Brasileira pode ocupar mais de 170 milhões de Hectares e Ultrapassar a dos EUA. |
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"Uma viagem recente ao Brasil, pontuada por inúmeras reuniões com agências oficiais de pesquisa agrícola e consultores do privado, deixou os pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apreensivos. Com o objetivo de conhecer melhor o futuro do setor no país, eles concluíram que o Brasil já ameaça ultrapassar a produção dos americanos. A pesquisa do UDSDA mostrou que o País poderá aumentar sua área de cultivo, nos próximos 50 anos, em nada menos que 170 milhões de hectares - praticamente o mesmo espaço ocupado atualmente por plantações nos Estados Unidos. E mais: essa expansão, segundo Michael Shean, coordenador do estudo, poderá ser feita sem qualquer desmatamento adicional da floresta amazônica ou de outras matas.
Os EUA destinam muito mais espaço à agricultura, tanto para plantações como para pastagens. Os pesquisadores do USDA estimam que o país tenha cerca de 19% de sua área total dedicada a plantações (174 milhões de hectares) e 22% para pastagens (199 milhões de hectares). Já no Brasil, essa rela é mais desequilibrada. Até agora, apenas 5% do território brasileiro é explorado lavouras (43,4 milhões de hectares), quanto 21% (177 milhões de hectares) é ocupado por pastagens. Isso significa, conforme o estudo, que mais de 50% da atual área brasileira de pastagens pode ser convertida em lavouras no longo prazo, até pela melhor rentabilidade que elas proporcionam aos produtores. Soma-se a isso, segundo a pesquisa, 65 milhões de hectares de cerrado virgem e mais 10 milhões de hectares de pastagens degradadas e terras desflorestadas"
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| Agosto 2003 - Forbes |
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