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VAREJO VIRTUAL E REAL
Novembro de 2004
 
    Vai de vento em popa o comércio virtual, depois do "estouro da bolha" e das incertezas do mercado, as vendas crescem e já são responsáveis por importante fatia do faturamento das "empresas de tijolo".     Enquanto o varejo tradicional cresceu 9%, pesquisa Web Shoppers, realizada pela E-Bit, detectou crescimento do on-line de 50% no 1o semestre de 2004, em relação ao mesmo período do ano passado, com vendas de R$745 milhões. Quantos aos consumidores, o aumento foi de 10%, são 2,75 milhões no final do mesmo período graças, em parte,  ao bom desempenho da economia e ao aumento da freqüência de compras.
    O tíquete médio cresceu 10%, está em R$ 292,00, sendo que em  maio (Dia das Mães) e em junho (Dia dos Namorados), chegou a R$ 300,00. Os produtos como CD´s, DVD´s, livros e revistas continuam a ser os mais vendidos, mas os de alto valor agregado como  informática, telefonia, saúde e beleza, já despontam no ranking.
    A euforia é grande e justificada, segundo a Camara-e.net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico apenas 12% dos 20mihões de internautas, fazem compras numa das 5mil lojas virtuais existentes. A perspectiva é que este índice chegue a 25% até dezembro/2005, embasada na credibilidade que a web vem conquistando e à confiança do internauta no meio.
    Quanto ao perfil do e-consumidor é: 36% tem renda familiar até R$3 mil e 46% mais de R$3 mil; 36% tem até o superior incompleto e 57% tem faculdade ou pós; cerca de 13% tem entre 18 e 24 anos e 67% entre 25 e 50 anos.

 
Fonte: Dinheiro, Epoca Negócios, Empreendedor, Revista Varejo, Negócios da Comunicação, Amanhã
   
 
 
 
 
 
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