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Com o crescimento acelerado do e-commerce no mundo - de 35% a 40% ao ano - a pergunta que não quer se calar no varejo é uma só: como fazer com que as lojas físicas não fiquem às moscas?
As consultorias de varejo e agências de tendências têm opinião unânime: os ambientes precisam oferecer experiências sinestésicas, com mais tecnologias e serviços. Para o especialista, Marcos Gouvêa é preciso usar a tecnologia para facilitar a compra - e não de maneira óbvia, como ter tablets só para mostrar os produtos. Um exemplo de inovação é da Ralph Lauren, que fez uma vitrine interativa para que os clientes pudessem comprar produtos durante a madrugada.
A pesquisa "The Tomorrow Store", diz que as pessoas buscam nas lojas espaços para convivência. Exemplo disso é a inglesa Topshop, que criou um game para atrair adolescentes às lojas.
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