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Novembro de 2011
 

Os mercados emergentes estão crescendo mais que o dobro da taxa de mercados desenvolvidos. E a regra de ouro para alcançar os clientes na base da pirâmide do consumo é modificar os produtos. E as multinacionais de alimentos estão adaptando cada vez mais seus produtos para os clientes de mercados emergentes, o que também permite driblar a alta de preços. O Brasil foi uma das primeiras praças nessa experiência para a Nestlé, que hoje já produz em outros locais. "Todas as nossas marcas são produzidas localmente na Indonésia. A ideia é trabalhar com matéria-prima local, obter tudo localmente e diminuir o desperdício", explicou o executivo Patrick Stillhart.

Assim, conquistando os níveis mais humildes do mercado, as empresas de alimentos podem gerar lealdade às suas marcas e começar no futuro a vender produtos mais caros à medida que aumenta a renda. "Chegar à base da pirâmide de consumo tem tudo a ver com ser pioneiro. Se você pode chegar lá antes das outras empresas, terá uma vantagem", diz James Amoroso, analista do setor de alimentos.

 
Fonte: Época Negócios, Management, Valor Econômico, Dinheiro
   
 
 
 
 
 
Edição 117
 
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