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UMA OBRA QUE NÃO CONSEGUEM IMITAR


21/06/2010

      Mesmo com 65% do mercado, o Google não pára. Este ano, a empresa introduzirá cerca de 550 melhorias em seu lendário algoritmo, todas originadas em reuniões semanais de projetos de qualidade de busca. Apesar de concorrentes como o Facebook, Twitter e Yelp, que oferecem buscas específicas, a maior ameaça é o Bing, motor de busca da Microsoft, que fez aquisições exatamente nas áreas em que o algoritmo do Google ainda deixa a desejar, como saúde e compras. Mas, o Google a cada dois anos promove uma mudança no sistema. Centenas de pessoas trabalham para analisar os resultados das buscas. Nos últimos dois meses, o Google inseriu melhorias em seu sistema, algumas bem similares à concorrência como a busca em tempo real.

      A qualidade na busca é o grande diferencial do Google. Ele parece possuir a habilidade mágica de interpretar a solicitação do usuário, ainda que esquisita ou escrita incorretamente.
O portal varre a web em busca de conteúdo de todos os sites acessíveis. Esses dados são decompostos em um índice, organizado por palavra, que é uma forma de localizar qualquer página com base no seu conteúdo. Toda vez que o usuário faz a busca, além do PageRank, que classifica os sites mais importantes, entram em ação os sinais contextuais, como a atenção especial ao título da página de internet e a exploração do texto-âncora, isto é, palavras que aparecem no hiperlink que liga uma página à outra. O motor de busca da empresa atualmente utiliza mais de 200 sinais na classificação dos resultados.

      Ao longo de sua história, o Google descobriu meios de acrescentar mais sinais sem prejudicar a experiência básica de seus usuários.  E se tornou uma máquina ágil o bastante para absorver qualquer estratégia que possa ameaçá-lo, proporcionando ao mesmo tempo resultados de alta qualidade que a concorrência não consegue imitar.