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QUEM FALA?


09/02/2007

Estima-se que o Brasil feche 2006 com, aproximadamente, 101 milhões de telefones celulares. Isso significaria uma participação de, cerca de, 50%, típica de um país subdesenvolvido; enquanto que nos desenvolvidos, esse percentual sobe para 89%. Em relação aos gastos médios, a receita média está na casa de 5,4% do PIB, enquanto que o índice médio dos países desenvolvidos é de 7,9%.
  
Pesquisa da Vivo - líder do setor - mostra que a faixa etária que mais tem evoluído é das pessoas com mais de 51 anos, aumento de 53% em 2006; depois a faixa de 41 a 50 anos com 46%; em terceiro a faixa entre 25 a 32 anos com 35% e em quarto, a faixa de 7 a 13 anos, com 33%.
  
As classes populares são as que oferecem maior oportunidade de expansão à indústria. Ainda com a pesquisa, desde 1998, as classes populares registraram evolução, 60% dos celulares se concentram nas classes CDE, enquanto nas classes AB, é de 40%. De acordo com a pesquisa, 64% dos usuários de celulares têm remuneração de até R$480,0/mês; 50% dos usuários estão na faixa entre 14 e 30 anos e 49% têm nível colegial. Os usuários com rendimentos entre R$ 481 a R$1,2 mil representam 26%. E os com renda superior a R$ 1,2mil,  representam apenas 10%.
  
O pré-pago representa 67% dos celulares das classes CDE e 81% da amostra; nas classes AB, o pós-pago representa 76%.
  
Para finalizar a pesquisa, os estados do Nordeste têm o maior índice de crescimento anual, Piauí cresceu 28% e Ceará 26%, enquanto que Mato Grosso 2% e Mato Grosso do Sul, 1,1%.