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PRESENTE LEGAL


07/03/2005
    Os clientes e os comerciantes aprovaram o bom e velho vale-presente que antes, era associado à falta de imaginação de quem presenteava  e a solução preferida dos esquecidos; hoje, é a forma ideal de se evitar desperdício e duplicações. Segundo a NRF - Federação Nacional do Varejo/EUA, os adolescentes, de gosto diversificado, e os consumidores, com mais de 50 anos que querem escolher o que mais lhe agradam/necessitam, são os principais adeptos dos vales, cerca de 73%.
    E a tendência se confirma, segundo estimativa da NRF, apenas no Natal de 2004, os gastos com os vales-presentes atingiram cerca de US$20 bilhões, enquanto que na Europa alcançaram 10% de todas as compras no período natalino.
    Ainda com a NRF, nos EUA, 50% dos consumidores preferem receber vales em vez de presentes e, atentos a isso, os comerciantes estão substituindo os vales de papel por cartões plásticos com tarja magnética com a opção de gastar o valor numa única vez ou gradativamente. Seja como for, está se tornando uma ferramenta de fidelização dos clientes e ajudando o caixa das empresas. O problema é como contabilizar o valor vendido e o produto que ainda não saiu.
    Apesar da euforia, os vales-presentes só representam 10% dos US$220 bilhões gastos pelos norte-americanos na época natalina.