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O CONSUMO DE VÍDEOS EM TRANSFORMAÇÃO


Edicão: 138 - 06/02/2018

O CONSUMO DE VÍDEOS EM TRANSFORMAÇÃO

Se o hábito de assistir TV existe há décadas, hoje ele está mudando. A busca por conteúdo customizado e acessível a qualquer hora traz novas demandas.  Os serviços OTT (over the top) como Netflix e Amazon trazem ofertas para parte dessa demanda.  Mas o consumidor não quer apenas filmes e séries, ele quer mais.  E no ambiente de TV por assinatura há canais com mais conteúdo.  Além disso, eles têm se esforçado para oferecer diferenciais como pacotes premium, a programação on demand e a entrega de conteúdo para várias telas, tudo para tentar conquistar e reter os clientes.

Principais dados da pesquisa sobre o consumo de vídeos no Brasil

  • Vídeo na internet – OTT devem crescer 9% ao ano até 2021, chegando a US$276 milhões. Porém, ainda apresentarão um gasto menor do consumidor do que para o aluguel (na TV por assinatura) e a venda de mídia física, que em 2021 deverá ser de US$493 milhões.
  • De acordo com a Pesquisa de Mídia Brasileira - 2016, realizada pela SECOM – Secretária de Comunicação Social, 77% dos brasileiros afirmam assistir à TV Aberta todos os dias; porém, já passam mais tempo navegando na internet do que na frente da televisão.
  • Os cinemas devem alcançar em bilheteria no Brasil a marca de US$ 1 bilhão em 2021. As produções de filmes locais tiveram um bom desempenho em 2016, principalmente os títulos de comédia. (em 2015 a previsão para bilheteria em 2019 era de US$ 1,2 bilhão)

A pirataria continua a ser uma questão a ser combatida, diz a indústria de vídeo.