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ESTADO MENTAL


19/10/2012
O anseio pela felicidade é tão velho quanto a humanidade, mas foi só agora que essa busca chegou, de maneira avassaladora, ao ambiente corporativo e às escolas de negócios. Cada vez mais empresas declaram entender a importância da satisfação das pessoas com o seu local de trabalho, um valor que não pode ser expresso em cifras, e investem nela.

A psicologia positiva entrou de vez no mundo corporativo e acadêmico.  A renomada Harvard, incluiu uma disciplina na formação dos estudantes  Ministrada pelo israelense Tal Ben-Shahar, a disciplina tornou-se uma das mais requisitadas da universidade, com mais de 1400 alunos matriculados por semestre.

Os estudos de ampliação e construção das emoções positivas (broaden-and-build theory) desenvolvidos por Barbara Fredrickson (2001), apontam que as emoções positivas, mesmo que transitórias, quando ultrapassam os negativos na proporção 3 por 1, o indivíduo amplia o pensamento criativo na solução de problemas, nas respostas inovadoras, na auto-proteção frente a situações negativas e na redução do tempo para tomadas de decisões.

O professor Ben-Shahar explica que a diferença entre a psicologia positiva e a ciência tradicional é que "a primeira se concentra no que funciona para resolver as coisas que não funcionam", acrescenta ainda que várias empresas como Google, Verizon, Unilever, usam métodos de mudança relacionados com a psicologia positiva. E garante, "No mundo dos negócios, a felicidade e o bem-estar equivalem a lucro".