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Destaque no Marketing


17/01/2013

Após ter sido rebaixado para a série B do campeonato brasileiro em 2007, o Corinthians não para de crescer. Campeão do Mundo em 2012, onde recebeu R$ 10,5 milhões em prêmio, o clube pode ter o valor de sua marca valorizado em 20%, estimado em R$ 1,2 bilhões de reais, numero equivalente ao de São Paulo e Cruzeiro somados. Na fase ruim do clube, o lançamento da camiseta "Nunca vou te abandonar porque eu te amo" gerou uma maquina de vendas de produtos licenciados. O Poderoso Timão, rede de franquias que tem parceria com o clube, conta hoje com cerca de 115 unidades e faturamento próximo a 200 milhões de reais. O clube também mudou o padrão das receitas com os direitos de transmissão dos jogos ao negociar diretamente com a Rede Globo um contrato acima dos 100 milhões de reais por ano.
 
"Se antes um patrocínio de R$ 30 milhões por ano era algo excepcional, hoje esse valor passa a ser o patamar mínimo para negociar com o Corinthians", diz Luís Alexandre Rodrigues, diretor de marketing esportivo da Nike, empresa que paga cerca de R$ 31 milhões por ano para fornecer material esportivo ao clube. Se o padrão registrado no Internacional, que cresceu sua receita em 25% após a conquista do Mundial, em 2006, se repetir, o Corinthians deve duplicar o número de sócios em menos de três anos. A seu favor conta com a inauguração de seu estádio, no fim de 2013.
 
Apesar de ser hoje o clube brasileiro mais bem colocado no ranking feito pela consultoria americana Deloitte, na 40º  posição, o Corinthians ainda está longe dos clubes europeus. O Real Madrid, primeiro colocado, gera US$ 630 milhões por ano, ante US$ 152 milhões do Timão. A consultoria leva em consideração três fontes de receita para elaborar a lista: patrocínio, direito de imagem pago pelas TVs e bilheteria dos estádios. Com a inauguração de seu estádio prevista para esse ano, a expectativa é que o Corinthians ocupe um lugar entre os 20 maiores do mundo nos próximos cinco anos. Para isso, é preciso ter casa cheia em qualquer confronto e internacionalizar a marca, para ter visibilidade ao longo de todo o ano, com foco na Ásia, como fizeram os times europeus.

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