Informativo eletrônico que amplia a compreensão do nosso principal foco: as pessoas, seus comportamentos e como elas evoluem.

Design, com responsabilidade, e muito além


Edicão: 134 - 14/01/2016

“O homem razoável se adapta ao mundo; o não-razoável persiste em tentar adaptar o mundo a ele próprio.  Logo, todo o progresso depende do homem não-razoável.”  (GEORGE BERNARD SHAW)

Estou confiante que nossa indústria irá mudar, mas o que mais me estimula é a perspectiva das mudanças não-razoáveis.

A inovação tecnológica nos libertou do cardápio de comprimentos, de tempo fixo e formatos-padrão. Isso significa que se a melhor resposta para o problema do negócio do cliente é um filme requintado de 11 minutos, ou uma web-série de retratos interativos de tênis usados com amor, pois bem, é isso o que vamos criar. O universo de potenciais soluções criativas é praticamente interminável. É nossa responsabilidade nos adaptar, para entender e ampliar as formas possíveis de uma marca interagir com seu público e criar um trabalho que realmente funcione.

Dieter rams disse uma vez: “a indiferença para com as pessoas e a realidade em que vivem é o único pecado cardinal no design.” Apesar de ter dito isso há mais de cinco décadas atrás, espero que esta seja uma lição que aprendamos e continuemos a nos lembrar em 2016 e além; e no vídeo e além.

Se você ainda não leu as regras brilhantes da pixar de contar histórias, aqui vai – “mantenha em mente o que é interessante para você enquanto audiência, e não o que é divertido fazer como escritor. As duas visões podem ser bem diferentes. Não importa para qual mídia estamos criando, se negligenciamos nossa audiência e seus interesses, o fazemos por nossa conta e risco.” 

(AMANDA FÈVE PARTNER AND CHIEF STRATEGY OFFICER - ANOMALY AMSTERDAM)