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DESCENTRALIZAÇÃO DO SETOR?


17/04/2009
        Segundo o estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa de Relações de Consumo (IBEDEC), comprar pela internet começa a ser um hábito para o brasileiro. Mas ainda há problemas. Dos 1109 internautas que participaram, 52% responderam que tiveram algum problema de consumo há poucos dias e apenas 3,2% nunca passaram por isso. Em 2008, conforme relatório Webshoppers apresentado pela  e-Bit, o setor no Brasil movimentou R$ 8,2 bilhões, aumento de 30% em comparação a 2007, com ticket médio de R$ 328,00, número que aumenta para R$ 346,00 na época de natal.
        A previsão de crescimento para este ano é de 20% a 25%, superando a barreira dos R$ 10 bilhões, com 17,2 milhões de consumidores, 4 milhões a mais que em 2008, de acordo com a e-Bit.  A classe C representa 42% do público total e a empresa acredita que o público feminino vai contribuir para o aumento no consumo. As mulheres já ultrapassaram os homens com 51% de participação nas compras on-line. Estima-se, somente no primeiro semestre deste ano, que o movimento das lojas virtuais atinja algo em torno de R$ 4,5 bilhões, R$ 800 milhões a mais que o mesmo período no ano anterior.
        Pequenas e médias empresas começam a ganhar espaço no e-commerce brasileiro. Em 2008, a participação de mercado dos dez maiores varejista online, em volume de vendas, caiu 3,3 pontos percentuais em um ano.  O market share da líder do e-commerce, B2W (grupo que reúne Americanas.com, Submarino, Shoptime e Blockbuster) caiu 5,3%, ficando com 39,5% em 2008, o que sinaliza descentralização do setor, para os especialistas.