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DANÇA DAS CADEIRAS


20/09/2002
Cenário político indefinido, acordo com o FMI, expectativa de um conflito internacional, vulnerabilidade da economia brasileira a choques externos e outras turbulências fazem com que o Brasil viva uma maré de incertezas e de previsões.
Analistas acreditam que o crescimento médio da economia deve ficar em torno de 1,5% e que nos 3 primeiros de 2003, haverá uma grande contração da economia, entenda recessão. Já no 2o semestre de 2003, dependendo das ações do novo Presidente da República, elas poderão transmitir muita segurança ao mercado, mantendo-se o grau de confiança atual, as taxas de juros tenderão a cair lentamente.
O acordo de U$30bilhões com o FMI interrompeu o processo de deterioração da economia, dando um fôlego para o País. Para 2003, a inflação deve manter-se no mesmo patamar deste ano, com a possibilidade de ligeiro crescimento.