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CONTAGEM REGRESSIVA


08/07/2004

    De acordo com o estudo realizado pala Credicard, "Operações de Crédito e o Cartão", o dinheiro de plástico vai tomar o lugar do talão de cheques e do papel moeda. Entre 1994 e 2003, as operações com cheque caíram 45% enquanto que as operações com cartões aumentaram em 423%.
    O faturamento de 2003 foi R$83 bilhões, um acréscimo de 15% em ralação a 2002, e uma base de 47,5 milhões de clientes, um aumento de 14,5% segundo a ABECS - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços.
    A estabilidade da moeda e a perspectiva de melhora na economia animam as projeções. Entre 1998 e 2003, a taxa anual de crescimento foi de 20% em número de cartões e 21% em faturamento.
     Há ainda muito espaço no mercado. O Brasil tem um dos piores índices de participação na PEA - População Economicamente Ativa. Em 2002, nos EUA 91% das pessoas tinham cartão de crédito contra 36% dos brasileiros.
Atualmente, são 64 milhões de brasileiros economicamente ativos, onde 50% têm renda mensal de R$300,0. São cerca de 14 milhões de pessoas que não têm cartão ou por desinteresse ou por problema de crédito ou dificuldade no acesso.
    Um reforço para as administradoras é a web, estima-se que as vendas virtuais atinjam R$1,4 bilhão em 2004, um aumento de 39% em relação a 2003.