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BOA DE BRIGA


20/10/2003
 BOA DE BRIGA
Quem poderia imaginar que uma pequena fábrica brasileira de refrigerantes, comumente chamados de "tubaína", poderia causar dor de cabeça a maior fabricante mundial?
   Atualmente o mercado nacional de refrigerantes é de R$10 bilhões/ano, e cada ponto percentual equivale a R$ 100 milhões de faturamento. A Coca-Cola detém 50,3% de participação; o grupo Ambev (Antarctica, Pepsi e Brahma) vem em 2o lugar com 17%; empatados em 3o com 2,7% o Convenção e a Schincariol; empatados em 4o lugar com 1,6% a Ragi/Dolly e a Frevo; a categoria "outros" detém 24,1% de participação. No mercado paulista, ponto forte da Ragi/Dolly, a Coca-Cola detém 53,2% de market share; a Ambev vem em 2o com 18,6%; o Convenção em 3o com 7,9%; a Ragi/Dolly em 4o com 6,8%; a Schincariol com 2,7% e a categoria "outros" fica com 9,3%.
    Fundada em 1987 por Laerte Catanho, ex-operador da BM&F com 26 anos, o segredo do sucesso foi uma série de ações como: refrigerante para as classes de baixa de renda (marca talibã), aposta em refrigerantes de baixas calorias, ações de marketing regulares, foco na periferia de São Paulo, agilidade, oportunidades de mercado como a embalagem Pet e o Plano Real, franquias, campanhas publicitárias adequadas ao target com muita repetição, entre outras.