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A VEZ DO MARKETING ESPORTIVO


18/08/2004
    A profissionalização do marketing esportivo no Brasil ocorreu em 1981, com o fim da lei que proibia a publicidade nos uniformes, desde então, os números crescem. Somente em patrocínio, foram R$923,5 milhões em 2003, um crescimento de 18,2%  em relação a 2002 com perspectiva de crescimento de 10% para 2004.
    Na relação TV x modalidade, a programação de futebol ficou com 68% dos recursos; o esporte a motor com 26%; esportes radicais, de praia, natação, atletismo, ciclismo e outros ficaram com 1% cada.
    Do total, a TV ficou com 63% e o patrocínio direto com 37%. Do montante de R$338,7 milhões de patrocínio direto, o futebol ficou com 63%, em 2º o vôlei com 14%; em 3º o basquete com 4%; em 4º o tênis com 2%; em 5º o futsal com 2% e em 6% os esportes a motor com 1%. Sendo que 7% foram direcionados para os atletas, os times ficaram com 37%, as seleções nacionais ficaram com 35% e os eventos com 21%.
    No mundo, foram US$26 bilhões em 2003 e as contas para 2004 prometem, devido à Eurocopa e às Olimpíadas, fora o Pan-Americano de 2007 que já começou a movimentar o mercado nacional, ainda que timidamente.