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ARQUIVO CONFIDENCIAL


16/03/2009
     Segundo pesquisa da empresa de software de segurança da informação McAfee com 800 diretores de tecnologia da informação, as perdas podem somar US$ 1 trilhão. Destes, US$ 4,6 bilhões são relacionados a propriedade intelectual e US$ 600 milhões para reparar os danos com a violação dos dados. A pesquisa foi divulgada depois do crescimento de 400% da disseminação dos softwares maliciosos, chamados de malware, em 2008. A pesquisa apontou ainda que 80% dos malwares têm por objetivo um ganho financeiro, diferente dos vírus e worms tradicionais, que causam apenas aborrecimento.
     Das 13 nações participantes da pesquisa, a China foi considerada a mais perigosa quanto ao roubo de dados e outras formas de cibercrime, enquanto que o Brasil ficou em 9º lugar, com 30% das respostas. Porém, o Brasil é o 4º entre os países onde os executivos poderiam deixar de fazer negócios devido aos riscos, com 15% das escolhas. 
     Empregados demitidos são considerados a maior ameaça à segurança dos dados para 42% das empresas devido ao aumento dos sistemas de armazenamento como pen drives, laptops e celulares. As companhias têm, em média, US$ 12 milhões em dados armazenados fora do país sede, normalmente em locais com fracas leis de propriedade intelectual. Ano passado, a varejista norte-americana TJX informou que pagaria até US$ 24 milhões como parte de um acordo com a Mastercard sobre uma falha de segurança que colocou em risco dados de cartões de crédito de milhões de consumidores.