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ANALISANDO AS DIFERENÇAS


25/08/2008

    É cada vez maior a diferença entre as gerações convivendo nas empresas. Pesquisa encomendada ao Ibope Inteligência pela Stanton Chase International, representada no Brasil pelo Grupo Foco, identificou cinco diferentes gerações em ação. Para entender essa diversidade, foram analisados 4.514 gestores na América Latina, mais especificamente nos países Brasil, Argentina, Chile, México, Equador, Venezuela, Colômbia e Peru. As gerações foram classificadas como Seniores, para aqueles com 50 anos e mais, Geração X, para aqueles entre 40 e 49 anos, Céticos, para aqueles entre 30 e 39 anos, Geração internet, para aqueles entre 25 e 29 anos e Geração juniores, para os menores de 24 anos.

   
Os resultados foram bastante curiosos. Os brasileiros, mais do que qualquer outro país, precisa sentir-se bem com projetos e tarefas para decidir por um novo emprego, enquanto que a remuneração só pesa para 15% deles. Segundo o Grupo Foco, o resultado pode ser um sinal de baixa auto-estima da população. Os mais jovens (77% dos juniores e 72% da geração internet) preferem ser treinados por profissionais da própria empresa, bem a frente de opções como e-learning, com 18%, rodízio de funções, com 55%, e treinamento com profissionais externos, com 59%, enquanto que os mais velhos preferem Workshops. 56% dos seniores, aliás, precisam ter seu trabalho reconhecido em maior proporção do que outros profissionais, que ficam na faixa dos 40%.

    Os mais velhos também são mais propensos a ensinar os que trabalham com eles do que os mais jovens, que são os que menos suportam trabalhar sob pressão. Em um processo seletivo, 19% das gerações internet e juniores estão mais preocupados com o desenvolvimento da carreira do que os demais. A pesquisa contemplou ainda outras características como perfil, fatores de motivação, modo de aprendizado e relacionamento com chefes.